quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ruínas da memória


Dizeres sem nexo
Existencial sem sentido
Desvanecido, acompanha as ruínas da memória
agarrá-las é impossível
Saudade de um tempo que não voltará
Fingiste que não escutara? Pois bem...
Num estalar de dedos, despertou.
Se pôs a andar em direção ao mar
O barulho das ondas quebrando nas pedras o fez refletir por uns instantes.
Sentado diante daquela imensidão de céu e mar, sentiu a areia fina escorrendo entre seus dedos.
Chorou feito criança.
era à tarde e a noite se fez logo
Permitiu-se
Deitado, abriu os braços e deixou-se banhar pela luz do luar
Ao amanhecer ele se foi.
Suas pegadas foram seguidas
então o levaram devolta ao asilo.

4 comentários:

Thiago dos Reis disse...

As lembranças não têm preço...

Sejam elas boas ou ruins..

Fernandes disse...

Não podemos é deixar cegar-nos pela poeira feita pelos escombros dos pensamentos. Isso não

Alice Teixeira disse...

Lembranças são sempre preciosas... melhor sentir saudades delas do quer de algo que nunca aconteceu...

Rafael disse...

Agradeço a todos pelos comentarios

metrópole

metrópole
Estava chovendo lá fora

Preocupação com simetria, exatidão, ordem, seqüência ou alinhamento