quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Céu laranja escuro


 Meia noite e onze
 O começo da madrugada
 Sem sono, olho pela janela do quarto e lá os vejo.
 Veículos grandes aquecendo seus motores em meio a névoa, prestes a partirem com hora marcada.
 O frio e a neblina pintam o céu da noite com um laranja escuro.
 A brisa me trás o aroma do inicio da primavera, da roupa amarrotada e da cara de sono.
 Hoje há algo de São Paulo.
 Sim, a capital se instalou em meus pensamentos.
 O aglomerado de gente, a noite viva em um arranha céu
 Ah, como a noite é bela.
 Enfim partiram, levando os afortunados que apreciarão ou não a madrugada em movimento.
 Eu continuo aqui, agora sem o ronco dos motores,
no entanto, com a coragem que me resta de uma juventude passageira.
 Liberdade a todos que a querem.
 Pete Doherty sairá pra fumar cigarros.

4 comentários:

sblogonoff café disse...

Ei!
É a segunda vez que cita Pete Doherty. Espero que você tenha mais respostas que ele. Esses inglezes e suas rehabs!!
A madrugada é uma mágica quase atemporal!

Beijo.

Daniel Savio disse...

Quem ser Pete Doherty?

Ser você quando anda de moto?!

Hua, kkk, ha, ha, meio que apelei...

Na verdade, tenho um bocado de textos de comedia, sendo que vai ficar um bom tempo dele...

Fique com Deus, menino Rafael.
Um abraço.

sblogonoff café disse...

Estava vendo um filme: Quando Nietzche Chorou (nem gostei muito), mas ele diz uma frase para o seu médico que me fez lembrar de vir aqui e comentar com você.
Seria apropriado no post abaixo!

"O tempo é um fardo.O maior desafio é viver apesar disso."

Beijo!

Silvana Nunes .'. disse...

Belo texto.
Voltarei mais vezes para ler com mais calma o resto. Agora cedo estou sempre correndo (rs).
Apareça para conhecer FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER...
Saudações Florestais !

metrópole

metrópole
Estava chovendo lá fora

Preocupação com simetria, exatidão, ordem, seqüência ou alinhamento