quarta-feira, 1 de julho de 2009

Resto de tarde


 Sentaram-se em poltronas entre as quais havia uma mesa baixa.
 Fotografias enchiam o ambiente de lembranças.
 Os pássaros produziam uma sinfonia sem igual, levando-os ao sossego de um resto de tarde.
- Eu teria feito tudo igual se tivesse tido outra chance - disse ela olhando serenamente para os olhos do amado.
 Calou-se novamente e continuou ali ao seu lado, quieta.
 Feliz por tê-lo, e por ser somente dele.
 Assim viveram.
 Existiram.

5 comentários:

louise disse...

Isso, simplesmente se chama amor. Que bom que é um simples ser humano rafa.

Te ama.

Thiago dos Reis disse...
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sblogonoff café disse...

Pois é, moço, e consagraram a eternidade da coisa mais efêmera e mis concreta que já se viu nesse planeta.
Um ode ao amor.

Thiago, você podia fazer algo menos sofisticado que um site, sabe?
Como um blog.
Mas você não precisa sumir assim.
Você não sabe, mas quando escreve, transforma.
Retorne, oh, homem!

Pensamento aqui é Documento disse...

Simples assim, como a vida de ser!

Simples assim, como nós precisamos ser!

Adorei!

Beijos

Daniel Savio disse...

Espero olhar no momento do meu futuro e ter uma história assim...

Fique com Deus, menino Rafael.
Um abraço.

metrópole

metrópole
Estava chovendo lá fora

Preocupação com simetria, exatidão, ordem, seqüência ou alinhamento