sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Amigo Velho
A letra me soou um tanto triste, pois citava um velho amigo, lhe desejava sorte, e dizia que estaria com ele até a morte.
Me lembrou um amigo antigo, do tempo de colégio, e que recentemente eu perdi o contato.
Na canção, além de esperar reciprocidade, ele também lembra das histórias que viveram juntos.
A musica é Amigo Velho, do Falamansa
O amigo antigo é Lucas, de Igaçada..
domingo, 25 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Coisas de infância
Alguém publicou no Facebook uma foto de uma criança num balanço de pneu.
A imagem fez com que eu buscasse do fundo da memória uma época feliz da minha infância.
Uma época que meu pai era vivo, eramos uma família completa, eu, meu irmão, minha mãe e meu pai.
Morávamos na capital e viajávamos sempre que possível pro interior, onde se encontrava a maior parte da família.
Que época boa, que bons momentos eu vivi...
Mas o que me fez escrever sobre isso foram os balanços de borracha, pneus amarrados em cordas presas a uma figueira gigantesca, que nos lançavam as alturas.
Entre São Paulo e Pedregulho, bem no meio do caminho, na beira da estrada havia um local onde se vendia frutas.
Meus pais sempre paravam pra comprar na maioria das vezes Abacaxi, enquanto isso podíamos usar o balanço.
Eu não sei exatamente dizer se foi a melhor época da minha vida, mas com certeza está na lista das melhores coisas pra se lembrar da infância.
A imagem fez com que eu buscasse do fundo da memória uma época feliz da minha infância.
Uma época que meu pai era vivo, eramos uma família completa, eu, meu irmão, minha mãe e meu pai.
Morávamos na capital e viajávamos sempre que possível pro interior, onde se encontrava a maior parte da família.
Que época boa, que bons momentos eu vivi...
Mas o que me fez escrever sobre isso foram os balanços de borracha, pneus amarrados em cordas presas a uma figueira gigantesca, que nos lançavam as alturas.
Entre São Paulo e Pedregulho, bem no meio do caminho, na beira da estrada havia um local onde se vendia frutas.
Meus pais sempre paravam pra comprar na maioria das vezes Abacaxi, enquanto isso podíamos usar o balanço.
Eu não sei exatamente dizer se foi a melhor época da minha vida, mas com certeza está na lista das melhores coisas pra se lembrar da infância.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
O assassinato que abalou Três Passos
O juiz da Vara da Infância e da Juventude do Fórum de Três Passos, Fernando Vieira dos Santos, 34 anos, chorou na tarde desta terça-feira. Há alguns meses, passou pelas mãos dele um processo movido pelo Ministério Público do município, em que o menino Bernardo Uglione Boldrini, 11 anos, fez uma reclamação contra a falta de afeto do pai, o médico Leandro Boldrini, 38 anos. O garoto pediu ajuda ao Centro de Defesa da Criança e do Adolescente, órgão ligado à prefeitura, e a queixa transformou-se em um processo que intimou as partes:
— Nesse caso, como não houve violência, por tratar-se de questão afetiva, nós apostamos na preservação dos laços familiares. Chamamos o pai e suspendemos o processo por 60 dias, esperando que houvesse reconciliação. Infelizmente, aconteceu o pior — lamenta o magistrado.
O Pai e a madrasta foram presos após o corpo do garoto ser encontrado dentro de um saco plástico, enterrado em uma propriedade rural no interior de Frederico Westphalen.
— Nesse caso, como não houve violência, por tratar-se de questão afetiva, nós apostamos na preservação dos laços familiares. Chamamos o pai e suspendemos o processo por 60 dias, esperando que houvesse reconciliação. Infelizmente, aconteceu o pior — lamenta o magistrado.
O Pai e a madrasta foram presos após o corpo do garoto ser encontrado dentro de um saco plástico, enterrado em uma propriedade rural no interior de Frederico Westphalen.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Luto
É com profunda tristeza e lágimas nos olhos que escrevo essas palavras.
Ela se foi, e isso dói mais que qualquer outra coisa no momento.
A luta contra o câncer durou quatorze anos, e mesmo assim ainda é difícil de acreditar que ela não está mais aqui.
Em memória de Terezinha Galvão de Barros, tia e madrinha amada.
Ela se foi, e isso dói mais que qualquer outra coisa no momento.
A luta contra o câncer durou quatorze anos, e mesmo assim ainda é difícil de acreditar que ela não está mais aqui.
Em memória de Terezinha Galvão de Barros, tia e madrinha amada.
domingo, 23 de março de 2014
Outono
As folhas no chão anunciavam a chegada de um hóspede muito querido, o Outono!
Há uma semana atrás, eu estava de malas prontas, rumo à capital.
Após o desembarque, estive num bar com uma prima, e terminei a noite ao som de Queen Jane Aproximately.
No dia seguinte, uma tentativa de suicídio, com todo um aparato policial, bombeiro e imprensa.
Curiosos espiavam, alguns gritavam pro rapaz pular da ponte, o transito embaixo era intenso.
Mas no fim acabou tudo bem, ouviu-se até uma voz feminina do outro lado da avenida: "Graças a Deus, misericórdia!" seguida de aplausos.
Enfim, cheguei ao hospital.
E lá estava ela, com o oxigênio ligado.
Sorriu, me abraçou, agradeceu por eu estar lá.
Custou a sentar pra comer, e quando sentou, comeu pouco.
Na poltrona ao lado, acompanhei seu olhar pro teto, um olhar seguido de um lamento triste e assustador.
"- Oh, meu Deus!"
O álbum de fotos que lhe dei, trouxe a recordação de um dia feliz, a lembrança de um retorno às origens.
Na despedida, um "Te amo", e uma cama com um frágil corpo de mulher de meia idade, devastado pelo câncer.
Na volta, silêncio.
E no fim, o Outono.
Dedicado à Terezinha Galvão de Barros.
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