
Debruçou-se sobre o volante do carro para que ela não o observasse chorar.
As gotas de chuva que caiam sobre o para brisa, explodiam como bombas atômicas.
O som ligado no volume mínimo fazia daquele momento algo mais triste do que já era.
Em seguida, ergueu seus olhos vermelhos em direção a ela, olhos esses que deixaram se enganar por meses, e agora a acusava, sem receio de magoá-la, já que a mesma o fazia com frieza.
Cansada, desceu do carro debaixo de chuva.
Sozinho, caindo em prantos, a deixou partir, assistindo apenas sua silhueta sumir na escuridão debaixo dos faróis acesos.
As gotas de chuva que caiam sobre o para brisa, explodiam como bombas atômicas.
O som ligado no volume mínimo fazia daquele momento algo mais triste do que já era.
Em seguida, ergueu seus olhos vermelhos em direção a ela, olhos esses que deixaram se enganar por meses, e agora a acusava, sem receio de magoá-la, já que a mesma o fazia com frieza.
Cansada, desceu do carro debaixo de chuva.
Sozinho, caindo em prantos, a deixou partir, assistindo apenas sua silhueta sumir na escuridão debaixo dos faróis acesos.
Eu não diria uma despedida, mas quem sabe, um até logo...
ResponderExcluirEspero que esteja bem menino...
Fique com Deus, menino Rafael.
Um abraço.
Sobre esse post, tenho que dizer que a música é sempre capaz de desprecisar os momentos. Ou torna-losmais triste, ou torna-los mais alegres ou criar um universo paralelo com novas realidades.
ResponderExcluirParir e partir quase sempre dói.
A natureza sempre responde.
ResponderExcluirEspero que eles se encontrem com a felicidade!