quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ruínas da memória


Dizeres sem nexo
Existencial sem sentido
Desvanecido, acompanha as ruínas da memória
agarrá-las é impossível
Saudade de um tempo que não voltará
Fingiste que não escutara? Pois bem...
Num estalar de dedos, despertou.
Se pôs a andar em direção ao mar
O barulho das ondas quebrando nas pedras o fez refletir por uns instantes.
Sentado diante daquela imensidão de céu e mar, sentiu a areia fina escorrendo entre seus dedos.
Chorou feito criança.
era à tarde e a noite se fez logo
Permitiu-se
Deitado, abriu os braços e deixou-se banhar pela luz do luar
Ao amanhecer ele se foi.
Suas pegadas foram seguidas
então o levaram devolta ao asilo.

4 comentários:

  1. As lembranças não têm preço...

    Sejam elas boas ou ruins..

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  2. Não podemos é deixar cegar-nos pela poeira feita pelos escombros dos pensamentos. Isso não

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  3. Lembranças são sempre preciosas... melhor sentir saudades delas do quer de algo que nunca aconteceu...

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  4. Agradeço a todos pelos comentarios

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