
Adentrou o recanto sem luz em pleno dia,
avistando o croissant sobre a mesa de centro.
A blusa jogada sobre a poltrona fazia voltas
Uma prova tangível subsistira.
Lembrara da noite anterior na qual assistiu o nascimento de uma ex-donzela
A eloquência em excesso da jovem que acabara de conhecer.
Por anos a viu apenas como a vizinha receosa,
e agora era para ele a mulher da noite passada,
a qual lhe deu o seio como uma cadela à sua cria.
Oque numa fração de horas a faria explodir em soluços
Algo banal, chegando a ser cômico para alguns.
A verdadeira arte efémera,
das flores que murcham no mesmo dia em que desabrocham
O viço, a beleza, a cor, o brilho.
Tudo se foi no dia seguinte à visão do homem que a deflorou.
A ela tudo foi digno,
já que sentia aquilo como uma marca de nascença.
Acordou olhando para a mesa de centro onde havia apenas as migalhas do croissant.
Seu homem se foi durante o sono
Sentiu uma tristeza e uma solidão infinitas.
Colocou a blusa de volta e levantou-se,
dizendo palavras duras a si mesma.
avistando o croissant sobre a mesa de centro.
A blusa jogada sobre a poltrona fazia voltas
Uma prova tangível subsistira.
Lembrara da noite anterior na qual assistiu o nascimento de uma ex-donzela
A eloquência em excesso da jovem que acabara de conhecer.
Por anos a viu apenas como a vizinha receosa,
e agora era para ele a mulher da noite passada,
a qual lhe deu o seio como uma cadela à sua cria.
Oque numa fração de horas a faria explodir em soluços
Algo banal, chegando a ser cômico para alguns.
A verdadeira arte efémera,
das flores que murcham no mesmo dia em que desabrocham
O viço, a beleza, a cor, o brilho.
Tudo se foi no dia seguinte à visão do homem que a deflorou.
A ela tudo foi digno,
já que sentia aquilo como uma marca de nascença.
Acordou olhando para a mesa de centro onde havia apenas as migalhas do croissant.
Seu homem se foi durante o sono
Sentiu uma tristeza e uma solidão infinitas.
Colocou a blusa de volta e levantou-se,
dizendo palavras duras a si mesma.
Pois é:
ResponderExcluirTem dias que resolvo ir visitar os endereços linkados na casa das pessoas que fazem a diferença pra mim. No seu caso, seu link estava na casa da Michele. Bingo! Adorei. Ainda não li tudo, mas vou fazê-lo.
Grande abraço.
Elga
Mas que droga, héim?!
ResponderExcluirÉ uma frase que digo quando as coisas somem num buraco negro e a gente pensa se houve mesmo uma existência e caso sim, que sentido fez? É um espaço antes vago, ocupado por uma inquietação bem semelhante à dor.
Ei! Essa garota aí de cima também é incrível! Sou viciada no blog dela! Vale a pena ir lá!
ResponderExcluirSopro de Eves!
Ai, ai, tem dia que parece que somos usados, mas tem dia que usamos os outros...
ResponderExcluirFique com Deus, menino Rafael.
Um abraço.